Eu tinha muitas coisas pra escrever, mas a inspiração pra isso tudo não apareceu. Foi o natal e logo menos é ano novo. Novo no primeiro dia, porque depois já é mais um ano.
Só desejo que meu querido 2011 seja muito mais tudo de digno do que foi 2010. Só não o desmereço, 2010 foi ótimo em muitos aspectos e só alguns sabem a que me refiro. Aos leitores, poucos ou não, do blog, agradeço pela leitura e esperem mais no ano que vem. Só desejo mais sucesso, felicidade e erros, alguns sim, mas bobos, que nos deixem alerta para os futuros acertos. Obrigada por tudo a todos. Já que o meu aniversário acontece dois dias antes do ano novo, vai aqui uma música digna sobre. Até o ano que vem!
E ela achou que pudesse tê-lo. Pensou que o teria em suas mãos até o ano acabar e depois quando começasse de novo.
Engano.
Um dia comum, mãos no mouse, curiosidade, alguns arquivos e a imagem. A pergunta e a resposta, cheia de risadas e ela sem nem entender, mas já querendo saber.
Hoje eu acho que ela perdeu um pouco de tempo, ou não, foi na medida certa, pelo menos por agora.
Ela pensou que o teria para dar-lhe tudo aquilo e para receber mais do que já tinha. Foi pega de surpresa. Uma frase, uma respostae uma ligação.
O vestido, a camisa, os ingressos. O tempo e as mãos. Um beijo e o que ela não sentia há tempos foi descobrir com ele.
Que delícia. Depois de tantos falando, finalmente aconteceu. Todos gostamos, rimos e esperamos por mais, mas ninguém sabia que o próximo domingo seria totalmente surpreendente.
Uma noite, a casa e o caminho. Música, escuro e sorrisos, os mais lindos e surpreendentes. Que lindo, ele gostava de vê-la dançando. Ainda mais daquele jeito, “deixa o mundo como está e me deixe dançar”, tão despretensioso.
Tudo era bom, bom demais e difícil de acreditar. O final de semana inteiro.
Domingo, logo cedo. Ela se lembra de quase todo o trajeto quando ele disse que não seriam mais dois, mas logo menos, cada um, um só. Ele e ela. Ela e ele, diferentes lugares. Que tapa, que susto, que gosto ruim e que nó!
Poderia não passar de uma brincadeira, um jogo ou mesmo um susto, só para que ele pudesse abraçá-la e dizer que ele gostava de vê-la tensa. Nada disso.
Uma volta complicada em um dia estranho que foi tomando outra forma. Sorrisos e surpresas apareceram, apesar do fantasma ainda assombrar sua mente. Aquilo acabaria, ela tentou fugir, ele não deixou, ela ficou. As primaveras de distância conseguiam encantá-la mais e mais e o dia terminou com os dois em um só.
Uma maturidade que nem ela conhecia. Lado a lado. Os rumos não definidos e até um pouco assustadoramente bons.
Agora? Nada mais. Ele e ela. Ela e ele. As frias teclas do computador é que se mantêm pressionadas a cada palavra e a cada toque.